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Sertanejo raiz · Moda de viola · Goiás

Aula de sanfona sertaneja: raiz, moda de viola e guarânia

A sanfona que acompanha dupla, puxa moda de viola e faz todo mundo cantar junto. Aula individual e ao vivo com o Mestre Nonô, em Goiânia ou online — no coração do sertanejo.

Mestre Nonô tocando repertório sertanejo na sanfona
Sanfona e sertanejo

Em Goiás, quem toca sanfona cedo ou tarde acaba acompanhando uma dupla.

A sanfona sempre teve lugar de honra no sertanejo raiz. Ela é a voz que responde ao canto, a que entra na pausa e a que puxa a introdução antes da dupla começar. Das modas antigas ao sertanejo que toca hoje, quase todo arranjo abre espaço para o fole — e quem sabe ocupar esse espaço é chamado para tocar.

Só que sertanejo não se toca como forró. O baixo anda diferente, o andamento é mais aberto, e boa parte do repertório pede acompanhamento em terças e sextas, do jeito que a viola faz. Guarânia, rasqueado, toada e valsa têm cada um a sua levada — e é isso que a gente destrincha, uma de cada vez.

A parte que quase ninguém ensina é acompanhar gente cantando: quando sustentar, quando calar e como responder à frase do cantor sem cobrir a voz. Você traz as músicas que quer tocar e a gente monta o arranjo em cima delas, do acompanhamento simples ao solo do meio.

O que você vai tocar

O repertório sertanejo, levada por levada.

01

Moda de viola

Puxar a introdução e responder ao canto — o papel clássico da sanfona no raiz.

02

Guarânia e rasqueado

A levada do Centro-Oeste, com o balanço que veio da fronteira e virou marca da região.

03

Toada e valsa

Andamento aberto, fole longo e dinâmica — onde o sanfoneiro apressado se entrega.

04

Acompanhar dupla

Tocar em terças e sextas junto com a viola e o violão, sem atropelar quem está cantando.

05

Introduções e solos

O método exclusivo de solos aplicado ao sertanejo: abertura, resposta e virada.

06

O repertório é seu

Você escolhe as músicas — do raiz das duplas antigas ao sertanejo das rádios de hoje.

O que você vai tocar

Aqui você aprende sanfona e teclado — em todos os ritmos.

Do forró raiz ao palco pop, o método te dá base para transitar por qualquer estilo. Aqui você aprende a tocar o que ama — e o que o seu coração mandar.

Forró Xote Baião Arrasta-pé Piseiro Sertanejo Gospel Bolero MPB Blues Jazz Pop …e o que seu coração mandar
Como funcionam as aulas

Um método exclusivo, sem apostila e sem enrolação.

Aulas de 1 hora, 1x por semana, em dias e horários combinados.
Ensino individual e ao vivo, presencial em Goiânia ou online — atenção total ao seu ritmo.
Método exclusivo, desenvolvido ao longo de décadas: prático e passo a passo.
Sem apostilas: a cada aula, um novo assunto, direto ao ponto.
Você recebe no celular os conteúdos e exercícios para praticar na semana.
A teoria é ensinada aos poucos, de forma leve e descomplicada.
Você precisa ter seu próprio instrumento (sanfona ou teclado) para praticar.
Dúvidas

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre tocar forró e tocar sertanejo na sanfona?

A técnica de mão é a mesma; o que muda é o sotaque. O forró vive da síncope e do baixo marcado, com fole curto e andamento firme. O sertanejo raiz é mais aberto: fole longo, acompanhamento em terças e sextas imitando a viola, e muito mais espaço para responder ao canto. Quem já toca forró aprende rápido, mas precisa desacelerar a mão.

Nunca toquei nada. Dá para começar direto pelo sertanejo?

Dá. Como a aula é individual, a gente monta o caminho a partir do repertório que você quer tocar. Você aprende a base do instrumento aplicada às músicas sertanejas desde o começo, em vez de passar meses em exercício solto para só depois chegar no que te interessa.

O que é guarânia e por que ela aparece tanto por aqui?

É um ritmo de andamento lento e balanço característico, de origem paraguaia, que entrou fundo no sertanejo do Centro-Oeste e virou parte do repertório raiz. Na sanfona ela exige controle de fole e paciência no andamento — por isso costuma ser uma das levadas mais bonitas de aprender.

Quero acompanhar minha dupla ou cantar e tocar ao mesmo tempo. Dá?

Dá, e é um pedido comum. Cantar tocando exige que o acompanhamento fique automático — a gente trabalha isso simplificando a levada primeiro e só depois soltando a mão direita. Para acompanhar dupla, o foco é entrar e sair na hora certa sem cobrir a voz.

Preciso saber ler cifra?

Não para começar, mas eu ensino cedo. Ler a cifra que circula no grupo do time é o que permite você chegar numa roda ou num ensaio e tocar música que nunca viu — junto com transposição, é o que mais liberta o sanfoneiro.

Serve para sertanejo universitário também?

Serve. A harmonia do sertanejo atual é mais simples que a do raiz, e o desafio muda de lugar: passa a ser o arranjo, a escolha de quando entrar e o timbre certo. Você traz as músicas e a gente adapta o fole a elas.

Sua sanfona está esperando. Bora tocar?

Se tudo isso fez sentido para você, garanta sua vaga o quanto antes — as vagas são limitadas.

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